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Navegando em " ferramentaria moderna"
abr 11, 2014
Danielli

Ferramentaria moderna: Verticalizados reforçam o setor

Nem todas as ferramentarias têm a missão de prestar serviços para terceiros. Muitos transformadores optam por verticalizar suas operações e produzir internamente as matrizes das peças plásticas a serem fabricadas pela empresa. Tais ferramentarias, não raro, são muito bem equipadas e representam nicho de mercado importante para os fornecedores do setor.

 

“Os transformadores tiveram um ano bom e nos ajudaram a vender”, atesta Wilson Teixeira, diretor técnico da Tecnoserv, fornecedora de porta-moldes, câmaras quentes e outros produtos para empresas do ramo. O mesmo diz Claudir Sandro Mori, gerente comercial da Três-S, fabricante de porta-moldes e outros itens
padronizados.

 

Uma empresa que se encaixa nesse perfil é a gaúcha NTC, cujo foco de atuação é o desenvolvimento e a fabricação de itens de plástico. O carro-chefe da empresa é a injeção de peças técnicas para a indústria automotiva. Também atende as montadoras de ônibus e caminhões, a indústria náutica, a de eletroeletrônicos e as relacionadas com a suinocultura. A empresa possui duas plantas, uma no Rio Grande do Sul e outra em Mato Grosso do Sul.

 

O desempenho da empresa foi bastante positivo em 2012. “Crescemos 50%”, informa o diretor Bernardo Shen. O profissional explica os bons resultados. “O mercado se movimentou em busca de inovação e, ao mesmo tempo, por custos mais competitivos de produção.” O cenário colaborou com o projeto de novas peças e seus respectivos moldes.

 

Dentro dos padrões de atuação da NTC, contar com ferramentaria própria é uma diretriz valiosa. “Ela permite constantes desenvolvimentos de produtos e tem capacidade para gerar novos negócios. É essencial para a sobrevivência da empresa.” Para se ter uma ideia dessa importância, Shen credita ao desempenho da ferramentaria o fato de a empresa alcançar 75% dos objetivos e projeções de injeção em 2013. A divisão conta com 25 profissionais especializados no projeto e na construção dos moldes de injeção e trabalha com prestadores de serviços externos quando necessário.

 

 

Fonte: www.plastico.com.br

jan 30, 2014

Ferramentaria Moderna – notícias: Contra os produtos chineses, aposta em alta tecnologia

Algumas das principais ferramentarias do país apostam na tecnologia como forma de se diferenciar no mercado e enfrentar a concorrência chinesa. Ao investir para se transformarem em prestadores de serviços de ponta elas pretendem obter lucros com o reconhecimento dos clientes pela qualidade de seus projetos.

 

A estratégia tem sido adotada pela paulistana Moltec. A empresa, há mais de quarenta anos no mercado, fabrica moldes para os diferentes tipos de transformação. O faturamento é dividido em três partes iguais: injeção convencional, sopro convencional e moldes de pré-formas e de sopro para PET. O carro-chefe é o nicho de embalagens, embora a empresa também aceite encomendas para outros segmentos econômicos.

 

“No segundo semestre, conseguimos uma bela recuperação, em especial no nicho de moldes de injeção”, informa Eduardo Cunha, diretor executivo. Ele ainda não tem os números do ano fechados. “Acredito que vamos crescer em torno dos 30%.” Com esse espírito, a expectativa é de desempenho ainda superior em 2014. “Estamos muito otimistas”, resume.

 

A Moltec tem se esforçado para integrar o time de fornecedores de primeira linha. “Nos últimos anos investimos pesado em máquinas de usinagem com tecnologia de ponta, softwares de última geração e no treinamento da equipe.” Para justificar a iniciativa, Cunha destaca a maturidade dos clientes: “Antes éramos medidos por baixo, hoje perceberam a importância da qualidade do projeto.” O diretor lembra, por exemplo, que a montagem de componentes feita de maneira inteligente permite reparos mais rápidos. “Operações de manutenção antes feitas em três dias, hoje são efetuadas em uma hora.”

 

Outra vantagem da estratégia se encontra na fuga da incômoda concorrência chinesa. “Eles não são competitivos no nicho dos moldes sofisticados; com esses projetos competimos com os fabricados na Europa e nos Estados Unidos.” Para exemplificar, ele cita um molde de dezesseis cavidades para tampas injetadas em duas cores, feito para a fabricante de cosméticos Phytoervas. “O molde é de altíssima precisão”, orgulha-se.

 

O ano para a Moldit foi positivo por um motivo diferente. Nem tanto pelo atendimento de encomendas de moldes novos. “Em 2013, aumentou o pedido dos clientes por serviços de manutenção, essa atividade fez com que nós atingíssemos nossos objetivos. As vendas não foram tão boas”, explica João Miguel Frazão Santos, gerente de vendas. A ferramentaria tem matriz em Lisboa e construiu uma fábrica no Brasil há oito anos, localizada no município de Camaçari-SP, e ainda conta com escritório de vendas na capital paulista.

 

A empresa também tem investido bastante na melhoria de sua prestação de serviços. Nos últimos anos, aplicou US$ 8 milhões para equipar sua linha de produção. A verba incluiu a compra de duas injetoras usadas para testar moldes e de uma ponte rolante com capacidade de 32 toneladas. As empresas do mercado automobilístico são suas principais clientes. Outro nicho de destaque são os segmentos de utensílios domésticos, de saúde e o de móveis.

 

Santos se mostra otimista em relação ao desempenho da Moldit no próximo ano. O projeto Inovar-Auto é um dos motivos do sentimento. Ainda mais quando for inaugurada a nova planta da Fiat em Pernambuco, fato previsto para o início de 2014. A ferramentaria garante ser a maior a atuar na Região Nordeste.

 

Fonte: Plástico (Ferramentaria Moderna)

Publicado por: Jose Paulo Sant Anna

 

Ferramentaria Moderna: Equipamento acoplado ao molde permite injetar peças multicores

As peças injetadas com de duas a quatro cores têm sido cada vez mais requisitadas por usuários de vários segmentos econômicos. Como exemplo, podemos citar as embalagens de cosméticos e produtos de higiene pessoal, aparelhos de barbear, escovas de dente e outros que por sua aparência atraem a atenção dos consumidores nos mais distintos pontos de venda. A maior dificuldade para o mercado adotar os componentes coloridos é o custo da produção. O método tradicional prevê o uso de máquinas dotadas com duas ou mais unidades de injeção. O investimento necessário para os transformadores adquirirem esse maquinário é elevado e tal custo é repassado aos clientes.

 

Pensando no potencial desse mercado, a MoldMasters lança no Brasil o E-Multi, unidade de injeção instalada diretamente nos moldes. Ela permite a fabricação de peças com mais de uma cor em ciclos realizados em injetoras simples. De acordo com informações fornecidas pela empresa, a economia para a aquisição de uma linha de produção voltada para a operação chega a 60%, quando os preços são comparados aos dos equipamentos hoje utilizados.

 

Fabricado no Canadá, o E-Multi foi lançado no mercado internacional há dois anos, em uma feira na Polônia. No ano passado, em exposição realizada nos Estados Unidos, foi apresentado ao mercado norte-americano. No Brasil, ele causou sensação no estande da empresa na Feiplastic, realizada em maio, em São Paulo. “O E-Multi tem provocado interesse muito grande no mercado nacional. Já temos dois instalados e funcionando por aqui”, informa Carlos Garcia, diretor-geral da empresa no país.

 

Os moldes usados na operação são similares aos da fabricação de peças coloridas fabricados por injetoras múltiplas. Uma das entradas de material da ferramenta se ajusta ao canhão da máquina. Em outras entradas, pode ser usado o E-Multi, acoplado na posição vertical ou horizontal. “Em um mesmo molde podem ser instaladas até três unidades, uma em cima da ferramenta e duas nas laterais. Assim conseguimos peças com de duas a quatro cores”, diz o executivo. A conexão com o equipamento pode ser feita na superfície da ferramenta ou diretamente na câmara quente. “Ela se dá por meio de uma placa de adaptação bastante simples.”

 

O funcionamento do equipamento é totalmente elétrico. “Ele tem comando compatível com o da injetora usada na operação. A conexão é fácil”, garante Garcia. Cada unidade tem um alimentador de matéria-prima próprio e pode ser abastecida por meio da mangueira conectada ao alimentador da injetora. Podem ser usadas resinas diferentes das utilizadas na injetora, desde que elas tenham características próximas, que trabalhem com grau de temperatura similar.

 

O E-Multi é oferecido em quatro diferentes tamanhos. A capacidade máxima de injeção é de 170 gramas por ciclo. Caso um molde tenha câmara quente, essa capacidade deve ser dividida pelo número de cavidades. “Se a ferramenta conta com dez cavidades, cada peça pode ter 17 gramas de matéria-prima de cor diferente, por unidade do E-Multi instalada no projeto.” A capacidade diminui se o molde não tiver câmara quente. Nesse caso, do plástico a ser utilizado em cada peça, deve-se subtrair o peso necessário para a fabricação do canal de injeção.

 

Fonte: Plástico

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